
Associação lamenta que as companhias tenham deixado de ter peritos, entregando o trabalho a empresas contratadas e pede a regulamentação do sector para se evitar o crime.
Cada vez se fazem mais fraudes e cada vez as seguradoras pagam mais fraudes. Quem o diz, embora sem adiantar números concretos, é o presidente da Associação Portuguesa de Peritos e Técnicos de Acidentologia Rodoviária, Luís Almeida. Para este responsável, isto acontece porque a profissão de perito não existe e a maioria das pessoas que exerce a actividade não tem formação adequada.
O problema, diz este responsável, existe há pelo menos 20 anos quando as grandes empresas de seguros deixaram de ter os seus próprios peritos em acidentologia e a entregar esse trabalho às empresas que entretanto começavam a surgir e a cobrir zonas do País que se encontravam a descoberto.
